terça-feira, 5 de janeiro de 2010




quinta-feira, 3 de dezembro de 2009


terça-feira, 1 de dezembro de 2009

23º Troféu Shihan Mercival Daminelli 2009

23º Troféu Shihan Mercival Daminelli 2009

Biriba

1º Lucas Cesario 79
2º Guilherme Carvalho 57
3º Dafhny Silva 56
4º Lucas Sgarbosa 52
5º Arthur Matola 47
6º Fernando Manfredini 45
7º Gabriel Braido 37
8º Luigi Cesario 31
9º Nicollas Cardeli 30
10º Willian Cardeli 29

Infl/Inft Leve

1º Guilherme Samid 80
2º Giuliano Perini 73
3º Ariane Freitas 72
4º Lucas Rihs 67
5º Luan Paulo 56
6º João Pedro Paula 32
7º Bruno Perini 30
8º Guilherme Mira 25
9º Otavio Correa 14
10º Deyvid Silva 13

Infl/Inft Médio

1º Letícia Alves 87
2º Giovanni Perini 83
3º Daniel Pereira 82
4º Pedro Rihs 80
5º Lucas Martins 68
6º João Gustavo Fonseca 67
7º Davi Sgarbosa 55
8º Guilherme Araujo 27
9º Reginaldo Davoli 12
10º Otavio Munhos 11

Infl/Inft Pesado

1º Gabrial Varandas 79
2º Lucas Alves 78
3º Murilo 44
4º Mateus Sgarbosa 42
5º Thomas Meneses 35
6º Gabriel Silva 31
7º Alessandro Ferretti 30
8º Felipe Amante 27
9º Juliana Mazzei 15
10º Gabriel Rocha 5

Feminino 1

1º Carolina Carvalho 94
2º Letícia Alves 81
3º Josiani Freitas 80
4º Barbara Furlan 79
5º Maura Sgarbosa 67
6º Jovana Campos 55
7º Carolina Matos 50
8º Ariane Freitas 45
9º Adrieli Renata 44
10º Juliana Mazzei 16


Feminino 2

1º Yara Mazzero 69
2º Josiani Freitas 66
3º Graziela Ventura 63
4º Barbara Faria 47
5º Eliana Carvalho 32
6º Juliana Ribeiro 31
7º Lucivaine 15
8º Giorgia Fernandes 14
9º Anai Faber 13
10º Michelle 3

Masculino

1º Evandro Simões 94
2º Vitor Faria 93
3º Giovani Cesario 92
4º Maurilio Joaquim 91
5º Gabriel Santos 64
6º Elian Machado 61
7º Daniel Fernandes 57
8º Leonardo Lugli 53
9º Romário Mendes 52
10º Frabricio Camargo 51







Top 20 Aberto Infanto

1º G. Varandas 142
2º Lucas A. 135
3º Letícia A. 134
4º Giovanni P. 133
5º Pedro R. 123
6º G. Samid 111
7º Ariane F.110
8º Giuliano P. 107
9º Lucas M. 100
10º Lucas C. 93
11º Lucas R 78
12º Lucas S. 77
13º Davi S. 76
14º Daniel P. 74
15º Mateus S. 73
16º Arthur M. 53
17º João Gustavo 41
18º Felipe A.37
19º Nicollas C. 36
20º Dafhny S. 35

Aberto Feminino

1º Carolina C. 126
2º Yara 125
3º Leticia 124
4º Josiani 123
5º B. Furlan 123
6º Maura 122
7º Graziela 121
8º B. Faria 88
9º Ariane 85
10º Carolina M. 60
11º Jovana 59
12º Eliana 57
13º Anai 49
14º Adrieli 48
15º Ju Ribeiro 27
16º Ju Mazzei 25
17º Danielli 20
18º Izabel 18
19º Lucivaine 13
20º Giorgia 12





Aberto Geral

1º Giovani Cesario 144
2º Evandro 144
3º Gabriel Santos 143
4º Maurilio 140
5º Romário 139
6º Yara 138
7º Vitor 137
8º Josiani 133
9º Graziela 132
10º G. Varandas 118
11º Letícia 105
12º Ariane 98
13º Elian 97
14º B Faria 92
15º Lucas A 90
16º Daniel F 88
17º Mateus 85
18º Fabricio 82
19º Ernandes 80
20º Gabriel Silva 79

segunda-feira, 30 de novembro de 2009













GP de Qingdao: resultados dia 1 - 28/11/2009

GP de Qingdao: resultados dia 1 - 28/11/2009

Confira os resultados do primeiro dia de disputa do Grand Prix de Qingdao, na China. A seleção brasileira de judô não disputou o evento.

-60 kg
1. HE, Yunlong (CHN)
2. MOOREN, Jeroen (NED)
3. KIM, Dong-Young (KOR)
3. SONG, Kang Ho (PRK)
5. BATTSETSEG, Battgerel (MGL)
5. LI, Yulin (CHN)
5. WANG, Guogui (CHN)
5. YANG, Su Yong (PRK)

-66 kg
1. SANJAASUREN, Miyaragchaa (MGL)
2. LIU, Renwang (CHN)
3. HONG, Chol Jun (PRK)
3. MEHMEDOVIC, Sasha (CAN)
5. ALBARRACIN, Miguel (ARG)
5. AWAD, Ahmed (EGY)
5. GANBOLD, Kherlen (MGL)
5. YANG, Kui-Sun (KOR)

-73 kg
1. BANG, Gui-Man (KOR)
2. VAN TICHELT, Dirk (BEL)
3. PAK, Chol Min (PRK)
3. UEMATSU, Kiyoshi (ESP)
5. ELMONT, Dex (NED)
5. OTSUKA, Masahiko (JPN)
5. SI, Rijigawa (CHN)
5. TRITTON, Nicholas (CAN)

-48 kg
1. IBE, Shoko (JPN)
2. SHIN, Seung-Min (KOR)
3. KIM, Young-Ran (KOR)
3. PAYET, Laetitia (FRA)
5. KIM, Mi Song (PRK)
5. MO, Qinqin (CHN)
5. QIU, Lu (CHN)
5. YANG, Shuang (CHN)

-52 kg
1. HE, Hongmei (CHN)
2. CARRASCOSA, Ana (ESP)
3. BRAVIK, Kitty (NED)
3. LIERKA, Melanie (GER)
5. CHOI, Yu-Jin (KOR)
5. HE, Yunying (CHN)
5. KIM, Byeol-Hee (KOR)
5. LUO, Shanshan (CHN)

-57 kg
1. LOKO, Sarah (FRA)
2. TOKUHISA, Hitomi (JPN)
3. CHEN, Weiwei (CHN)
3. ZHU, Guirong (CHN)
5. CHOE, Kyong Sil (PRK)
5. DIEMEER, Michelle (NED)
5. LIBOSAN, Dani (NED)
5. WANG, Hui (CHN)

-63 kg
1. TANAKA, Miki (JPN)
2. EMANE, Gevrise (FRA)
3. GERBI, Yarden (ISR)
3. VAN EMDEN, Anicka (NED)
5. HASSAN, Aya (EGY)
5. LIN, Meiling (CHN)
5. POLI, Anne-Laure (FRA)
5. XU, Yuhua (CHN)

A primeira fase da Seletiva Nacional para formar a seleção brasileira 2010 e que faz parte do Projeto Londres 2012 da CBJ, aconteceu neste sábado em S

A primeira fase da Seletiva Nacional para formar a seleção brasileira 2010 e que faz parte do Projeto Londres 2012 da CBJ, aconteceu neste sábado em São Paulo. Quatorze atletas garantiram vaga na segunda fase do processo seletivo, no próximo sábado (5), no Rio de Janeiro.

Garantiram vaga Breno Alves (-60kg/SP), Charles Chibana (-66kg/SP), Bruno Mendonça (-73kg/SP - FOTO), Guilherme Luna (-81kg/RS), Renan Nunes (-90kg/RS), Alex Aguiar (-100kg/SP), David Moura (+100kg/MT), Cristiane Pereira (-48kg/RJ), Eleudis Valentin (-52kg/SP), Josiane Falco (-57kg/SP), Laisa Santana (-63kg/RJ), Helena Romanelli (-70kg/MG), Steffani Lupetti (-78kg/SP) e Gabriela Garcia (+78kg/SP).

Os vencedores se juntam aos judocas pré-classificados que fizeram parte da seleção em 2009. Os atletas que estiverem na 22a colocação (masculino) e 14a (feminino) já estão garantidos na próxima temporada. Entre eles estão Leandro Cunha, Nacif Elias, Flávio Canto, Tiago Camilo, Hugo Pessanha, Luciano Corrêa, Leonardo Leite, Daniel Hernandes, Walter Santos, Sarah Menezes, Erika Miranda e Rafaela Silva.

Em 2010 ficam com duas vagas na seleção as categorias masculinas (-66kg, -73kg, -100kg e +100kg) e no feminino (-48kg, -52kg, -63kg, -70kg, -78kg e +78kg). Já o -60kg, -81kg, -90kg e -57kg terão três judocas.

"Acredito que tivemos muitos pontos postivos nesta primeira fase da seletiva em São Paulo. Destaco as vitórias de David Moura, no pesado masculino. É um atleta novo e com um bom judô. Um símbolo da renovação no nosso esporte. O Bruno Mendonça vai dar trabalho na categoria leve. Outro ponto importante é a volta de Guilherme Luna, que no ano passado acabou eliminado na seletiva. No feminino, Eleudis Valentin, quinta no Mundial Sub 20, mostrou sua força, e Josiane Falco, com boa estatura, é outra que pode surpreender", analisa o coordenador técnico internacional da Confederação Brasileira de Judô, Ney Wilson.

Lista de participantes da Fase 2 da Seletiva:

-60kg
Felipe Kitadai (SP)
Phelipe André Pelim (SP)
Ricardo Ayres (RJ)
Breno Alves (SP)

-66kg
Alex Wilian Pombo (SP)
Denilson Lourenço (SP)
Luis Revite (SP)
Charles Chibana (SP)

-73kg
Felipe Amaro Braga (RS)
João Derly (RS)
Marcelo Contini (SP)
Bruno Mendonça (SP)

-81kg
Leandro Guilheiro (SP)
Rodrigo Luna (RS)
Rodrigo Rocha (RJ)
Guilherme Luna (RS)

-90kg
Felipe Cesar Oliveira (SP)
Eduardo Santos (SP)
Renan Nunes (RS)

-100kg
Carlos Honorato (SP)
Leandro Gonçalves (RS)
Alex Aguiar (SP)

+100kg
João Gabriel Schlittler (RJ)
Rafael Carlos da Silva ( SP)
David Moura (MT)

-48kg
Catierê Toledo Maya (SP)
Daniela Polzin (RJ)
Taciana Rezende (RS)
Cristiane Pereira (RJ)

-52kg
Andressa Fernandes (SP)
Raquel Lopes (RJ)
Eleudis Valentin (SP)

-57kg
Ketleyn Quadros (MG)
Mariana Barros (SP)
Josiane Falco (SP)

-63kg
Camila Minakawa (SP)
Danielli Yuri (SP)
Maria Portela (SP)
Mariana Silva (SP)
Laisa Santana (RJ)

-70kg
Glaucia Lima (PB)
Marcia Costa (SP)
Natália Bordginon (RS)
Helena Romanelli (MG)

-78kg
Claudirene Cezar (SP)
Déborah Almeida (RJ)
Mayra Aguiar (RS)
Steffani Lupetti (SP)

+78kg
Aline Puglia (SP)
Maria Suellen Althaman (SP)
Priscila Marques (SP)
Rochele Jesus Nunes (RS)
Gabriela Garcia (SP)

domingo, 29 de novembro de 2009

Ultima etapa, do XXIII – Troféu Shihan Mercival Daminelli 2009.

Ultima etapa, chega com muito equilíbrio, em todas as categorias, tem mais de 3 concorrentes ao titulo.
Biriba, Lucas Cesário lidera com Lucas Sgarbosa e Arthur, muito próximos, e Guilherme Carvalho e Dafhny, se aproximaram.
Inf/Inf. Leve, Samid abriu vantagem, mas Lucas R, João Pedro, Ariane e Giuliano ainda tem possibilidades de chegar ao titulo.
Inf/Inf. Médio, Entre a líder Letícia, para o 6º colocado é de 2,3 pontos.
Inf/Inf. Pesado, Gabriel Varandas e Lucas Alves estão empatados na liderança.
Inf/Inf. Feminino, Letícia e Ariane lutam pelo titulo, Dafhny e Mariana tem chances de chegar ao titulo, mas precisam de uma combinação de resultados.
F 1, Carolina Carvalho tem uma grande vantagem, mas 4 meninas ainda podem vencer.
F2, a liderança é da Yara, mas Josi, Grazi, Faria e Juliana, estão na Luta.
Masculino, Vitor é o Lider, mas é seguido de perto, por Enavdro, Giovani e Maurilio.
Aberto de Novos, o líder Varandas não pode vacilar, mesmo tendo uma certa vantagem.
Aberto Feminino, da 1º colocada a 6º colocada a diferença é de 0,7 pontos.
Aberto Geral, empatados em 1º lugar estão Gabriel Santos e Evandro, apenas 2 pontos do 5º e a 3 do 8º colocado. No Aberto Geral, é disputados por todos os judocas da Equipe Mercival.
Confira a classificação no http://assocmercival.blogspot.com/2009_11_18_archive.html

quinta-feira, 26 de novembro de 2009

Torneio de Katas da Associação Mercival de Judô 2009.

Torneio já tem 15 duplas inscritas, e agita as aulas, duplas treinam para vencer a disputa do titulo de 2009.
As meninas que disputaram o Paulista e ficaram entre as quatro melhores, não disputarão o torneio, deixando mais oportunidades para as novas duplas.
RESPOSTA AO DESABAFO DE UM PSEUDO JUDOCA

Em seu pretenso desabafo, o atleta Alexsander Guedes, logo no inicio de seu discurso, coloca-se em posição de vitima, com argumentos distanciados da verdade, entortando os escritos para acomodar os fatos. Diz que foi desclassificado com “Hansoku Make” e depois se dirigiu de maneira desrespeitosa ao arbitro. A bem da verdade aconteceu o contrário. Primeiro, proferiu ao arbitro palavras do calão das sarjetas e por esse motivo foi penalizado. Não contente, após a competição, ao encontrar o arbitro em outro local, voltou a se dirigir ao mesmo com insultos e injurias.

Segundo o que apuramos esse atleta já é reincidente nesse tipo de comportamento. Recuando no tempo, foi presenciado em campeonato de Judô esse mesmo pseudo judoca, que encostado no gradil do ginásio onde se realizava o evento, atrapalhava a visão do publico que estava sentado educadamente na arquibancada. Quando solicitado por um professor “Kodansha” 7° dan a se retirar do gradil, o referido atleta simplesmente se dirigiu ao professor e disse “Você sabe com quem esta falando?” e em ato continuo virou as costas e permaneceu no local demonstrando total falta de respeito e toda arrogância por ser militar.

Em seu texto de apelo filosófico dramático, cita trechos da “filosofia do mestre Jigoro Kano, que diz sobre respeito à hierarquia e disciplina, que todos os verdadeiros judocas devem ter inserido em seu caráter.” Se realmente tivesse esse ensinamento incorporado a sua crença, jamais escreveria o texto.

Na cultura japonesa, de onde surgiu o Judô, que ele tanto admira e no Exercito onde é oficial, existe a hierarquia e deve-se sempre saudar, cumprimentar e dar atenção ao mais graduado, principalmente um “Kodansha”. Infelizmente esse atleta ou militar não serve como exemplo. Não só pelos seus atos, mas também pelo fato de não saber enfrentar a inconformidade do fim da carreira esportiva.

No texto também se desculpa mostrando arrependimento com intenções claras de critica e vingança, argumentando que “deixa o seu lar, sua família e seu trabalho” para competir.

E os árbitros, mesários, professores, técnicos e organizadores, não têm lar, família e trabalho?

Diz ter sido prejudicado. Quem nunca foi prejudicado? Será que ele mesmo nunca foi beneficiado por uma decisão errada de um árbitro?

Árbitros são passiveis de erro e o atleta tem que se conscientizar disso, tal como o judoca que não deve dar motivo ou oportunidade ao árbitro para errar.

É simples, é só aplicar a técnica perfeita, Ippon! Pronto, terminou a luta.

Existem bons árbitros sim, já tivemos e temos os melhores do mundo. Em outros paises grandes atletas depois de encerrar sua carreira como competidores, colaboram como árbitros e dirigentes, o que não acontece no Brasil. Esta função fica justamente para aqueles que não puderam ter a experiência de 32 anos de carreira em nível Nacional e Internacional como o citado atleta.

Um campeão mundial das forças armadas, como humildemente assina seu texto e também como professor, deveria repensar sobre a filosofia do Judô, para não chegar ao ponto de compará-la e inferiorizá-la frente a esportes como o futebol, onde não se educa ninguém e impera o desrespeito e o vandalismo.

Esperamos que seus técnicos, professores e superiores não estejam coniventes com a atitude deste pseudo judoca e militar. Que ele aproveite sua experiência de 32 anos para transmitir algo positivo para os mais jovens. As crianças precisam mais de exemplos do que de conselhos.

Toda sua argumentação, em verdade, deveria ser encaminhada aos órgãos competentes.

Do mesmo modo a CBJ deve tomar providencias no sentido de punir este tipo de comportamento, que se repete pela impunidade, tão em moda em nosso país.

Estamos a espera de uma manifestação da Confederação Brasileira de Judô.

Comissão de grau da FPJ
Profs 8º dans Niitsuma, Matsuda, Dante Kanayama,Ichikawa
7ºdan – Odair Borges e 6º dan Matsumoto.
Membro da Comissão de arbitragem – Prof. 8º dan Dante Kanayama


DESABAFO DE UM ATLETA DE JUDO
Nesse último final de semana, durante o Grand Prix nacional, protagonizei o pior
incidente ocorrido comigo durante os meus 32 anos de carreira como atleta de judô. Foi
nesse evento em que após ser desclassificado por Ransoku make, me dirigi de maneira
desrespeitosa a um árbitro da região de Brasília-DF, que por diversas vezes vem me
prejudicando e também a atletas da entidade que represento, com atuações no mínimo
com erros de interpretação.
Essa atitude foi condenável e fruto de um destempero que nunca aconteceu em
minha vida de atleta. Realmente perdi a cabeça. Sempre ensino meus alunos a nunca se
dirigir a um árbitro de maneira desrespeitosa, conduta ensinada pelos meus professores
desde a minha infância. Refleti muito e lembrei aquele juramento que os atletas
proferem antes de cada competição, que diz além de outras coisas: ”... prometo acatar
com humildade todas as decisões dos árbitros, seja vencido ou vencedor...”,
juramento esse que vai de encontro à filosofia do mestre Jigoro Kano de respeito à
hierarquia e disciplina, que todos os verdadeiros judocas devem ter inserido em seu
caráter.
Sei que pagarei por esse ato e venho a público pedir desculpas às pessoas
inocentes que escutaram absurdos decorrentes do ocorrido e não aconselho nenhum
atleta a executar algo semelhante ao que fiz.
Porém durante o mesmo evento, ao sair da área de competição notei a surpresa
de alguns atletas e técnicos das outras equipes, que não esperavam que um lutador
experiente como eu, tivesse tomado tal atitude. Também recebi apoios de alguns atletas
das equipes presentes naquela fase da competição e foram esses apoios que me fizeram
pensar nesses últimos dias sobre alguns pontos, que eu gostaria de citar sobre a
arbitragem de uma competição.
Muitos podem pensar: ”Mas um atleta não pode se preocupar com a arbitragem,
tem que se preocupar apenas em lutar”. Para essas pessoas, respondo que as
conseqüências de uma arbitragem mal realizada ou mal intencionada, sempre acabam
prejudicando aqueles que estão no fim da linha, os atletas. Que me respondam os
judocas: Quem nunca foi prejudicado por um árbitro que errou ou foi mal intencionado?
E vou mais além, quantos árbitros foram punidos por esses erros? Quem nunca sentiu
receio ao entrar numa área de competição que possuía no trio de arbitragem, um árbitro
que não gosta da entidade que você representa ou que não é simpatizante do estado que
você compete, talvez até por motivos políticos? Por isso acho sim que um atleta deve
falar sobre arbitragem e se preocupar com ela.
Primeiramente, gostaria de saber: Será que um árbitro ao errar (ou ser mal
intencionado) durante uma arbitragem num evento como o GP nacional tem idéia das
conseqüências do seu ato? O investimento dos 12 grandes clubes nacionais; os
patrocínios; o esforço da CBJ, representados pelos professores Robinelson e Kenji, em
tornar o GP uma importante competição nacional, organizada e com reconhecimento da
mídia; a semana fatídica de treinamentos dos atletas que muitas vezes deixam o seu lar,
sua família e seu trabalho para competir. Tudo isso jogado pelo ralo, muitas vezes por
um shido desastroso.
Segundo ponto: Como investir ainda mais na arbitragem nacional para que
apareçam novos talentos? Pois nessas competições é notória a presença sempre dos
mesmos árbitros que causam polêmicas. Será que nesse país, não existem árbitros bem
preparados que não tenha a oportunidade de participar de um evento como o GP?
Afinal temos ou não o melhor árbitro do mundo, o Professor Edson Minakawa.
E terceiro: Como punir os mal intencionados ou que erram com grande
freqüência e valorizar aqueles que apresentam boa performance nos eventos? É como
fala um dito do meu esportivo: “Árbitro bom é aquele que pouco aparece durante
um jogo, deixam as estrelas (atletas) apare cerem para dar o espetáculo”, fato que
não aconteceu nessa edição do GP, onde algumas pessoas quiseram aparecer mais do
que as estrelas e ainda vão dizer que a culpa é do atleta, sempre do atleta... coitado do
atleta!!!!
Mas confio na experiência e competência do professor Pereira, que saberá
resolver essas e outras questões em prol do judô, para que os atletas possam entrar na
área de competição e saber que depende só dele para ser o vencedor.
Como sugestão, poderíamos aprender com o futebol, onde o profissionalismo
existe há muitos anos ( já que caminhamos para esse processo), onde os clubes podem
vetar os árbitros escalados para uma partida. Ou então após uma lista indicada pela CBJ
dos árbitros habilitados a atuar no GP, os clubes participantes decidiriam quem deveria
participar do evento.
Por fim gostaria de dizer que no Brasil existem excelentes árbitros, capacitados e
verdadeiros estudiosos das regras da modalidade, que seguem o exemplo dos
professores Minakawa e Maranhão, reconhecidos internacionalmente por suas atuações,
porém infelizmente existe uma minoria conhecida pelos atletas, técnicos e dirigentes
dos clubes que tentam manchar a qualidade da arbitragem nacional, estragando o
desenvolvimento das competições.
Desejo sucesso aos clubes participantes da edição feminina do GP. Espero que
vocês tenham mais sorte que os homens. Que vocês possam ser as estrelas do
espetáculo!!!
Alexsander Guedes – Campeão Mundial Militar e titular da seleção nacional nos
mundiais de Birmighan-Inglaterra (1999) e Cairo-Egito (2005).







quinta-feira, 1 de outubro de 2009

A Aguia








sábado, 26 de setembro de 2009

Filosofia do Judô


Filosofia do Judô
“Conhecer-se é dominar-se e dominar-se é triunfar.”
O homem para saber suas possibilidades frente ao mundo em que vive, para reagir a cada momento frente a situações que vão lhe exigir ações e soluções, diretas ou indiretas, necessita conhecer a si mesmo, saber quais as qualidades e deficiências que possui, para então harmoniosamente, apresentar ou utilizar atitudes mais adequadas à necessidade. De posse em seu íntimo dessa auto-análise, adquire o homem a base que lhe dará um melhor controle emocional, uma melhor postura frente ao mundo, uma melhor e mais inteligente utilização de seu potencial de forças, que por sua vez lhe darão maiores possibilidades de triunfar.
“Quem teme em perder já está vencido.”
Quando entramos em uma disputa incertos, inseguros, temerosos, nossas forças desassociam e enfraquecem, colocando-nos à mercê daqueles que buscam com mais garra.
“Somente se aproxima da perfeição, quem a procura com constância, sabedoria e sobretudo, humildade.”
Somente Deus é perfeito.
O homem pode e deve, entretanto, tentar sempre se aproximar da perfeição em todas as suas obras e durante a sua vida. Assim, fazendo com constância, sabedoria e humildade, estará também contribuindo para que o mundo seja mais humano e feliz. Portanto, estará trabalhando para a complementação desse mesmo mundo que nos foi dado e pelo qual todos somos responsáveis.
“Quando verificares com tristeza que nada sabes, terás feito teu primeiro progresso aprendizado.”
Tantos são os mistérios do mundo, tão incipientes os nossos conhecimentos, que se nos tornarmos sábios em uma única e simples matéria, seria no mínimo uma enorme ignorância. Isto porque na medida em que nos aprofundamos no conhecimento de um determinado assunto, vemos que na meta final se distancia e se ramifica tantas outras opções, nem sempre coerentes, tantas vezes contraditórias, que nos levam a reconhecer com tristeza, que nada ou muito pouco sabemos ainda, e que essa meta final não se encontra ao nosso alcance.
“Nunca te orgulhes de haver vencido teu adversário. O que derrotaste hoje, poderá derrotar-te amanhã. A única vitória que perdura é a que se conquista sobre a própria ignorância.”
O orgulho não se justifica nunca, porque ninguém é Deus para ter certeza da vitória na próxima luta. O orgulho nunca nos levará a boas opções, pelo contrário, antítese da humildade, ele só nos possibilita sermos arrogantes, soberbos e auto-suficientes, criando à nossa volta um clima hostil à nossa presença. A própria vitória contra a ignorância não justifica o orgulho, pois o saber deve ser instrumento de realização visando uma coletividade e a ela oferecido.
“Saber cada dia um pouco mais, utilizando o saber para o bem, esse é o caminho do verdadeiro judoca.”
No seu dia a dias, nos mais corriqueiros atos da vida, o homem aprende sempre um pouco mais, pois ele é um ser dinâmico e evolutivo. Assim, é significativo o fato de que os governantes, na sua grande maioria e entre os povos mais díspares, em toda a historia da humanidade, serem sempre pessoas mais idosas. Esse fato é explicado em razão de que a soma de conhecimentos, o melhor controle emocional e a experiência acumulada durante anos, suplanta também o arrojo e o vigor físico dos jovens. Quanto a usar esses conhecimentos, virtudes ou qualidades para o bem, é uma questão de “princípios”, inerentes ao homem de bem e ao judoca principalmente.
“O judoca não se aperfeiçoa para lutar, luta para se aperfeiçoar.”
Fosse a vitória em cima do tatame a primeira e única meta do judoca, então sim, ele voltaria toda sua capacidade, todo seu aperfeiçoamento para essa luta, que igual a tantas outras, pobres em seus motivos, nada de duradouro e demais útil proporcionaria. Felizmente não, suas metas são tão mais importantes e úteis porque visam um mundo melhor, mais bonito, mais humano e feliz. Esse é o ideal que buscamos.
“O judoca é o que possui: inteligência para compreender aquilo que lhe ensinam e paciência para ensinar o que aprendeu aos seus semelhantes.”
A inteligência que deve ter o judoca para compreender aquilo que lhe ensinam, acrescentamos a perseverança e humildade. Perseverança, porque nem sempre possuímos a facilidade do aprendizado rápido e justo e a demora que pode vir a nos levar a abandonar ou negligenciar conhecimentos que nos farão falta.
Um pouco de perseverança possibilitará sempre seu aprendizado. Humildade, porque sem ela podemos achar que somos sábios e do alto da nossa suficiência não desceremos para aprender o que não sabemos.
No transcorrer da vida, há uma seleção natural que escolhe os que transmitirão os ensinamentos para gerações futuras. Assim é no Judô. Aquele que teve paciência para perseverar durante anos, acumulando conhecimentos e experiências, certamente terá em grande dose a paciência necessária para ensinar o que aprendeu, contribuindo assim para que a nossa arte caminhe para o futuro.
“Praticar Judô é educar a mente a pensar com velocidade e exatidão, bem como o corpo a obedecer com justeza. O corpo é uma arma cuja eficiência depende da precisão com que se usa a inteligência.”
Na medida em que acumulamos experiência na prática do Judô e nos aprofundamos em seus conhecimentos, nos seus fundamentos, mais fascinantes se tornam aos olhos, dada sua abrangente diversidade de valores físicos, morais intelectuais e espirituais. Não é de se estranhar então, que nos eduque a mente e nos ensine a pensar com velocidade e exatidão, e o corpo obedecer com justeza.
Filosofias extraídas do livro “A arte do Judô”, de Stanlei Virgílio. Páginas 22, 23, 24 e 25. Porto Alegre-RS. 3ª edição. Editora Rigel, 1994.

O significado do Kimono


O significado do Kimono
O traje usado para praticar o Judô chama-se “JUDOGUI”.
Consiste numa vestimenta ampla, branca, composta de duas peças: O Blusão (Wagui) e as Calças (Zubon). Em torno da cintura o judoca usa a faixa (Obi) amarrada com um nó direto, que representa seu nível de aprendizado.
O Kimono (Judogui) representa a nossa mente (por isto, deve ser branco, imaculado); a Faixa corresponde ao nosso caráter, nossa formação (ela nos envolve de responsabilidade); o Nó é a nossa fé, nosso respeito, nossa compromisso (por isto, nunca devemos desamarrar nossas faixas em frente aos nossos Superiores).
Em demonstrações, fotos e filmes didáticos, Tori e Uke costumavam usar quimonos diferentes, sendo aceito o amarelo, cinza, azul ou negro, apenas com a finalidade de se diferenciar mais facilmente os movimentos de quem aplica e de quem recebe a técnica.

A Psicologia e o Judô


A Psicologia e o Judô
O funcionamento do corpo psíquico do homem, não é tão simples como parece ser, e sua utilidade no caminho do judô, não é reconhecida por muitos professores, pois eles próprios o desconhecem. O homem é dividido interiormente em 7 partes psíquicas, mas no caso só nos interessam 5. Estas partes são chamadas de centros:1º) Centro intelectual, é a parte que cuida do pensamento e tudo com ele é relacionado.
2º) Centro emocional, como já explica o nome, é a parte onde se manifesta as nossas emoções: alegrias, tristezas, rancores, paixões, etc.
3º) Centro instintivo, é onde se manifesta tudo aquilo que é inato do homem, como a visão, o olfato, o paladar, o tato e a audição.
4º) Centro sexual.
5º) Centro motor, no momento, é o que mais interessa, pois praticando o judô, agimos diretamente neste centro, através dos treinos dos golpes em UCHICOMI, entrada simulada.
O centro motor de uma pessoa é a parte que cuida dos movimentos aprendidos, desde a infância, quando aprendemos a andar, pegar as coisas e nos movermos de um modo geral. Estes movimentos são muito mais rápidos, quando não são regidos pela parte intelectual da pessoa. Os movimentos intelectuais são aqueles que raciocinamos, como fazê-los, citamos como exemplos, os movimentos que temos de aprender, ao dirigirmos um carro, uma bicicleta e etc. depois de certo tempo, quando os movimentos já se tornam automáticos e não precisamos mais raciocinar para fazê-los, eles passam a ser comandados pelo centro motor, deixando então de serem regidos pelo centro intelectual.
Durante o treinamento simulado do judô, dentro da parte psíquica, vai-se desenvolvendo a parte motora, até chegar ao ponto em que o intelecto não é mais necessário. Quando isto acontece, o lutador estará desenvolvido tecnicamente, pois enquanto raciocinar para lutar, não estará fazendo uso da parte motora, que é muito mais veloz. O corpo físico do lutador, durante os treinos adquire músculos nas partes necessárias para o emprego da força, durante a execução do movimento motor, que treinado se torna um técnico. Estas duas partes que formam o homem devem ter a mesma utilidade, ou seja, ambos devem ser treinados, os músculos e o centro motor.
Por estes motivos, que os treinos constantes, levam o lutador a adquirir força e técnica, pois a execução de golpes dados a uma maneira certa e constante equilibra a parte motora com a física.

Jigoro Kano

Jigoro Kano

Jigoro Kano, que era pequeno e fraco por natureza, começou a praticar o jiu-jitsu aos 18 anos pelo propósito de não ser dominado por sua fraqueza física. Ele aprendeu atemi-waza (técnicas de percussão), e katame-waza (técnicas de domínio) do estilo jiu-jitsu Tenjin-shin-yo Ryu e nague-waza (técnicas de arremesso) do estilo de jiu-jitsu Kito Ryu. Baseado nestas técnicas ele aprofundou seus conhecimentos tomando como base a força e a racionalidade. Além disso, criou novas técnicas para o treinamento de esportes competitivos, mas também pelo cultivo do caráter. Adicionando novos aspectos ao seu conhecimento do tradicional jiu-jitsu o professor Kano fundou o Instituto Kodokan,com a educação física, a competição e o treinamento moral como seus objetivos.
Em fevereiro de 1882, Jigoro Kano inaugura sua primeira escola denominada Kodokan (Instituto do Caminho da Fraternidade). A Kodokan estava localizada no segundo andar de um templo budista Eishoji de Kita Inaritcho, bairro de Shimoya em Tóquio, onde havia doze jos (jo medida de superfície, módulo de tatame). O primeiro aluno inscreveu-se em 05 de junho de 1882, chamava-se Tomita. Depois vieram Higushi, Arima, Nakajima, Matsuoka, Amano Kai e o famoso Shiro Saigo (Sugata Sashiro). As idades oscilavam entre 15 e 18 anos. Kano albergou-se e ocupou-se deles como se fosse um pai. Foi um período difícil, mas apaixonante, o jovem professor não tinha dinheiro e o shiai-jo media 20m², mas a escola progrediu e em breve tornou-se célebre.
O ju-jitsu foi substituído pelo judô pela razão de que enquanto “jitsu” significa técnica o “do” significa caminho, este último podendo ter dois significados: o de um caminho em que você anda e passa e o de uma maneira de viver.Como meio de ensino, no Kodokan, Jigoro Kano adotou o randori, kata e métodos catequéticos, adicionando educação física ao treinamento intelectual e à cultura moral. A harmonia desses três aspectos de educação constituem a educação ideal pela qual o judô será ensinado.Ao redor do ano 20 da era Meiji (1887), o judô tinha dominado o ju-jitsu, que foi varrido de vários países. O princípio do “JU”, do judô, passou a significar o mesmo que na frase “gentileza é mais importante que obstinação”.Assim a teoria do “JU”, que é gentileza, suavidade, pretende utilizar a força do oponente sem agir contra ela, podendo ser aplicada não somente na competição, mas também aos aspectos humanos.
Jigoro Kano desenvolveu as técnicas de amortecimento de quedas (ukemis), bem como criou uma vestimenta especial para o treino do judô (o judogui), pois o uniforme utilizado pelos cultores de jujutsu, denominado hakamá provocava freqüentemente ferimentos. A nova arte do mestre tinha duas formas distintas, uma abrangia as técnicas de queda, imobilizações, chaves e estrangulamentos. Essa forma evoluiu para o esporte e a outra parte consistia nas técnicas de golpear com as mãos e os pés, em combinações com agarramentos e chaves para imobilização, inclusive ataques em pontos vitais, atemi-waza. Essa forma evoluiu para a defesa pessoal, goshin-jutsu.
Jigoro Kano nos legou vários manuscritos, nos quais em geral assinava com pseudônimos, dentre estes, um muito usado por ele era “Ki Itsu Sai” que quer dizer, tudo é unidade. Kano também era poliglota, pois falava quatro línguas além do japonês, francês, alemão, inglês e espanhol. Lamentavelmente a 04 de maio de 1938, morre Jigoro Kano de problemas pulmonares, a bordo do transatlântico “Hikawa Maru”, quando voltava do Cairo, onde havia presidido a assembléia geral do comitê internacional dos jogos olímpicos. Não houve para ele tempo de assistir a Universidade do Judô, mas tinha certeza da sua perpetuação. “Quando eu morrer, o Judô Kodokan não morrerá comigo, porque muitas coisas virão a ser desenvolvidas se os princípios de minha arte continuarem sendo estudados”.

A História do Judô

A História do Judô
A criação do Judô: Prof. Jigoro Kano funda a Kodokan

Jigoro Kano, que era pequeno e fraco por natureza, começou a praticar o ju-jitsu aos 18 anos pelo propósito de não ser dominado por sua fraqueza física. Ele aprendeu atemi-waza (técnicas de percussão), e katame-waza (técnicas de domínio) do estilo ju-jitsu Tenjin-shin-yo Ryu e nague-waza (técnicas de arremesso) do estilo de ju-jitsu Kito Ryu. Baseado nestas técnicas ele aprofundou seus conhecimentos tomando como base a força e a racionalidade. Além disso, criou novas técnicas para o treinamento de esportes competitivos mas também pelo cultivo do caráter.Adicionando novos aspectos ao seu conhecimento do tradicional ju-jitsu o professor Kano fundou o Instituto Kodokan,com a educação física, a competição e o treinamento moral como seus objetivos.Com o estabelecimento do dojô Kodokan, em 1882, e com 9 alunos, Jigoro Kano começou seus ensinamentos do judô. O texto do estudioso japonês Yoshizo Matsumoto mostra os conceitos iniciais deste esporte e os seus objetivos.
Prof.Jigoro Kano
Fundação do Instituto Kodokan
O prof. Kano estabeleceu o Instituto Kodokan em 1882, época em que o dojô (local de treino) tinha apenas 12 tatamis e o número de alunos era nove. O ju-jitsu foi substituído pelo judô pela razão de que enquanto "jitsu" significa técnica o "do" significa caminho, este último podendo ter dois significados: o de um caminho em que você anda e passa e o de uma maneira de viver.Como meio de ensino, no Kodokan, Jigoro Kano adotou o randori, kata e métodos catequéticos, adicionando educação física ao treinamento intelectual e à cultura moral. A harmonia desses três aspectos de educação constituem a educação ideal pela qual o judô será ensinado.Ao redor do ano 20 da era Meiji (1887), o judô tinha dominado o ju-jitsu, que foi varrido de vários países. O princípio do "JU", do judô, passou a significar o mesmo que na frase "gentileza é mais importante que obstinação".
Assim a teoria do "JU", que é gentileza, suavidade, pretende utilizar a força do oponente sem agir contra ela, podendo ser aplicada não somente na competição mas também aos aspectos humanos.
Boa cultivação e uso da energia
O prof. Kano disse em 1910 que a teoria da cultivação da energia tratava de adotar um método para melhorar a habilidade mental e física pelo armazenamento de ambas quanto for possível. Ele disse que o seu bom uso é cultivar e usar a energia humana para o bem e que a teoria pode ser adquirí-la através do treinamento de judô, podendo ainda ser ampliada para todos os aspectos da vida. Antes de se expandir, o conceito de judô do professor veio a formar dois grandes guias: o melhor uso da energia individual e o bem estar mútuo. Com estes princípios o judô expandiu-se no próprio Japão e no exterior. Com esta base, o prof. Kano deixou como ensinamento que através do treinamento a pessoa deve se disciplinar, cultivar o seu corpo e espírito através das técnicas de ataque e defesa, fazendo engrandecer a essência do caminho.O melhor uso da energia e o bem estar mútuo são uma versão resumida dos ensinamentos de Jigoro Kano, que definiu como objetivo último do judô construir a perfeição de uma pessoa e beneficiar o mundo.
Fonte: www.judobrasil.com.br .... Texto de Yoshizo Matsumoto, publicado na revista oficial da "Jigoro-Kano Cup International Judo Tournament", 1996

terça-feira, 22 de setembro de 2009






domingo, 2 de agosto de 2009

RANKING E QUADRO DE MEDALHAS


Judocas de Artur Nogueira brilham em Atibaia.




Judocas de Artur Nogueira brilham em Atibaia.
A Equipe Mercival de Judô conquista medalhas em Atibaia, os judocas da Mercival/Adias Academia Fernando MAnfredini e a estreante Jovana Campos sobem ao pódio, já Thomas Menezes fica nas Oitavas como outro estreante Fabio Herrera também ficou nas Oitavas.
A equipe conquistou 8 medalhas em Atibaia no XXIII Torneio do São João Tenis Clube, realizado dia 2 de agosto no Ginásio do Clube. Foram 11 judocas do Judô Mercival e foram 2 Ouros, 2 Pratas e 4 Bronzes, 72% de aproveitamento. Em um torneio com 1000 judocas o mais forte do ano até agora.
Nossas medalhas foram:
As medalhas de Ouro ficaram com Mãe e Filho, Eliana Carvalho (Acima dos 15 anos mais de 78 k.) e Gabriel de Carvalho Varndas (9 e 10 anos de 50 a 55 k.).
As medalhas de Prata:
Letícia Alan Alves ( 9 e 10 anos de 50 a 55 k. Feminino) e Fernando Reis Manfredini (menos de 6 anos).
As medalhas de Bronze:
Miriam H. Rabelo e Daminelli (acima de 15 anos de 48 a 52 k.), Jovana Campos (mais de 15 anos de 70 a 78 k.), Carolina de Carvalho Martins (15 e 16 anos de 57 a 63 k.) e Lucas Alan Alves (11 e 12 anos acima dos 58 k.).
Família no pódio Eliana, Gabriel e Carolina Carvalho, e a Família Alves com os Irmãos Letícia e Lucas.